LuciaMalla

Sou uma paciente cientista, carioca, formada em Biologia pela UFViçosa, mestre em Fisiologia Humana pela USP, e PhD em Biologia Molecular pela Universidade do Havaí. Abraço a profissão com muito amor. Tento unir a carreira à paixão pelas viagens: estou sempre na estrada da vida. Adoro escrever e mergulhar – nas idéias e no mar. Meus amigos são diamantes pessoais: enriquecem e trazem brilho às trilhas que trafego. Até poucos anos, a pergunta que mais ouvia deles no entanto era: “Onde você está?”. Já curti o nomadismo. Ainda curto muito ilhas. Por isso, depois de morar no Brasil, na Alemanha e na Coréia do Sulfixei morada no Havaí.

Não visto roupas cáqui. Não como tofu nem pimenta. Sou Fluminense de coração. Sou uma ouvinte em introspecção. Acredito nas pessoas e num futuro melhor para todos, apesar dos pesares – quase uma poliana inata. Sou emotiva e não me envergonho de derramar lágrimas se algo me toca profundamente. Defeitos? Tenho aos montes; mas o pior deles é que não consigo parar de viajar, em todos os sentidos.

No mais, além de Hermeto, gosto de jazz, de música instrumental brasileira, de experimentalismos sonoros e de pop light. Assisto documentários da National Geographic e “Criminal Minds”. Filmes prediletos? Todo dia a lista muda, mas hoje são “Boyhood”“Everest”, de David Breashers, “Finding Nemo”, “The Score”, com Marlon Brando e Robert De Niro, e as trilogias “Bourne” e “Before” (sou consumidora de filme-pipoca). Meu livro predileto é o Atlas Geográfico, por onde me perco e me acho – ou sua versão computadoresca, o Google Earth. Sou pesquisadora em selênio e endocrinologia, e apaixonada por tubarões, animais que vêm sendo infelizmente dizimados por motivos desanimadores. Na tentativa de diminuir um pouco meu impacto ao planeta, tenho uma aquapônica na varanda, um carro elétrico e tento fazer a minha parte no que dá – mas sem me afastar demais do bom-senso. Adoraria que as pessoas olhassem diferente para o ambiente ao redor, dando mais valor ao planeta em que vivem, e que entendessem melhor da ciência e do processo de produção de conhecimento científico. Para isso, é necessário mais educação – e esse é meu sonho máximo, educação de qualidade para todos.

Pretendo um dia conhecer a Namíbia, Tuvalu e os vulcões do Kamchatka. E fazer valer a vida, que é uma só.

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HISTÓRIA DO BLOG:

“Everything alters me. Nothing changes me.” (Salvador Dalí)

Sempre viajei muito, por pura paixão e opção. E quando a gente viaja, inevitavelmente quer contar depois as experiências vividas. No jurássico da internet, eu escrevia emails relatando cada local visitado, e os enviava para uma lista de amigos e familiares. Com o aparecimento dos blogs (e a minha descoberta deles), percebi que a ferramenta poderia ser a forma mais eficiente de compartilhar esses relatos, e, melhor de tudo, com quem quisesse na hora que quisessem. Assim nasceu em outubro de 2004 o “Uma Malla pelo mundo”: da minha necessidade de anotar em algum lugar acessível aos meus amigos as curiosidades, bizarrices, experiências, pensamentos e reflexões que eu via/presenciava ou que se passavam na minha cabeça durante as viagens “pelos 5 cantos do planeta” (uma referência ao quarto surreal onde um amigo de faculdade morava).

Com o tempo, o blog passou a também registrar meus devaneios, aspirações, sonhos e pensamentos viajantes sobre uma gama maior de assuntos. As viagens predominam ainda, e o foco no Havaí cada vez mais se destaca, mas há espaço à vontade também para tópicos de ciência, conservação (principalmente dos mares), observações cotidianas e divagações maionesísticas gerais. Ou seja, boa parte do que se passa diariamente na minha caixola e que eu considero interessante compartilhar com as pessoas.

Adoro blogar e ler blogs. Todo ano, publico no dia 09 de outubro – dia do aniversário do blog – uma retrospectiva/brincadeira das viagens que por aqui foram postadas. Sinta-se em casa para participar sempre da festa.

Porque afinal interação é a palavra-chave da blogosfera. Ao abrir o “Uma Malla pelo mundo”, eu não sabia, mas comecei a construir um nanométrico território na internet para a minha visão de mundo e vida, e hoje, nesse território, aprendo com as perspectivas das pessoas que me visitam, em uma troca maravilhosa. Um território onde se celebra a vida e se discutem utopias e realidades para um mundo melhor. É uma honra tê-los viajando comigo.

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