Uma das dúvidas mais comuns que as pessoas me perguntam sobre o Havaí é sobre participar ou não de um luau havaiano. A pergunta é super-pertinente, já que ir a um típico luau custa em média 100 dólares por pessoa – ou seja, é um (cof, cof) investimento (cof, cof) significativo de viagem. Este post é minha tentativa de elaborar um guia de luaus, e responder a essa pergunta de maneira completa, e assim, ajudar quem precisar a tomar esta decisão fundamental de viagem.

Primeiro de tudo, já deixo logo minha opinião: para quem visita o Havaí, acho válido ir a um luau.

Vamos aos detalhes desta opinião malla…

Uma das coisas que percebi depois de responder centenas de emails de perguntas sobre luaus é que os brasileiros em geral têm uma idéia muito romântica do luau havaiano. Acho que por causa dos filmes do Elvis, ou talvez da cultura de praia tão forte que o Brasil tem, a maioria esmagadora acha que luau havaiano é uma festinha intimista na praia, com rodinha de violão e dança hula, ao redor de uma fogueira.

E… NADA pode ser mais diferente de um luau havaiano que isso!

Comecemos pelo significado da palavra luau em havaiano (escreve-se lū’au), que está no dicionário wehewehe:

1. Parte apical do inhame jovem, especialmente cozido com creme de côco e galinha, ou polvo. 

2. Banquete havaiano, chamado assim por servir inhame. 

Portanto, absolutamente qualquer festinha que tenha inhame (!!!) pode ser chamada… luau. Claro, a definição do dicionário já foi há muito alterada pelo uso corrente, e hoje definimos luau como “uma festa havaiana na praia”. Mas nem esta definição está 100% correta: um luau não precisa ser necessariamente na praia, e já fui aqui em Oahu em luaus beeeem roots dentro do vale, bem longe da praia.

Quando falamos hoje em “ir a um luau”, no Havaí do turismo isto significa ir a um show de cultura polinésia com música onde será oferecido um jantar. Na maioria das vezes o show é ao ar livre, mas pode acontecer também em anfiteatros cobertos. Eu costumo explicar essa diferença para as pessoas, mas ainda assim, muitas se decepcionam, porque esperavam algo mais intimista – e um luau comercial não é nada intimista. Pense num show de tango em Buenos Aires ou nas mulatas do Sargentelli no Rio. O luau é um show estilo super-produção, feito para realçar a cultura das ilhas do Pacífico – e (tentar) agradar centenas de pessoas ao mesmo tempo. É uma experiência interessante, a gente toma uns maitais e outros drinks com frutas, janta uma comida havaiana beeeeem chavão (não é a mais típica das ilhas, acreditem), enquanto assiste a espetáculos de dança típica; enfim, se diverte. Mas eu sempre alerto: não vá com expectativas muito altas…

Todos os luaus oferecem pelo menos:

  • um colar típico havaiano (de conchas, sementes ou de flores, dependendo do pacote escolhido)
  • jantar “típico” havaiano, com porco cozido sob a terra (kalua pig cozido no imu), salmão lomi lomi (um tipo de vinagrete/ceviche feito com salmão), pão de inhame, peixe cozido, salada e poi (um purê de inhame de gosto beeem diferente…);
  • uma bebida alcoólica (pelo menos) de graça;
  • atividades de entretenimento relacionadas à cultura havaiana e/ou polinésia;
  • show de danças típicas polinésias, incluindo a dança do fogo.


Chips de batata doce como petisco: frufru a mais de um dos luaus que visitei.

Há vários pacotes com preços variados que incluem outras amenidades e frufrus, mas no geral, a lista acima é o que você verá em todos os luaus. Todos os luaus aceitam crianças.

Para ajudar na escolha de que luau ir, dou abaixo minha opinião sobre os principais luaus de Oahu. Fui a todos eles pagando do meu próprio bolso, e deixo aqui minhas impressões de cada um deles.

POLYNESIAN CULTURAL CENTER (PCC)

Minha nota: 8.5

Geralmente, é o luau que sugiro para quem tem interesse profundo em cultura polinésia ou para quem está hospedado no North Shore de Oahu. O luau acontece dentro de um parque temático sobre culturas do Pacífico (pense numa Disney da Polinésia), que possui “vilarejos” onde se ressaltam elementos e atividades relacionadas a cada uma das principais ilhas do Pacífico: Tonga, Marquesas, Samoa, Taiti, Nova Zelândia/Aotearoa (maoris), Fiji e Havaí. (Tem uma réplica de um moai da ilha de Páscoa num ponto, mas nenhuma atividade relacionada à cultura da ilha de Páscoa é conduzida nesta “vila”.) As atividades costumam ser bem interativas, algumas ótimas para crianças, como passeio de canoa, lançamento de dardos taitianos, preparo de comidas, show de tambores tonganos, danças maoris e fazer fogo a partir da casca do côco. Cada atividade tem um horário, e o PCC, para quem quer aproveitar tudo, requer um dia inteiro de visita.

(Parênteses: Perceba também que, apesar de chamar-se Centro Polinésio, a cultura de Fiji está mais para melanésia que polinésia – acho meio estranho colocá-la num mesmo balaio, mas não deixa de ser interessante a oportunidade de pelo menos ter um aperitivo desta cultura.)

O luau em si do PCC (o “Ali’i Luau”) começa no meio da tarde. O PCC não fica na beira da praia, e, apesar de ter o jantar e as danças típicas do luau, este termina mais cedo que os demais, para que todos possam assistir ao espetáculo noturno de teatro “Hā: Breath of Life”.

Pense num espetáculo da Broadway, super-bem-produzido, sobre a cultura polinésia. Isso é o ““. De todas as apresentações tentando explicar a cultura polinésia que já vi, considero este espetáculo a melhor de todas. Além de ter uma historinha com fio da meada, o espetáculo mostra um pouco de cada ilha de maneira musical, com uma certa fluidez. E o grupo de dançarinos é muito bom!

Se você não tiver tempo para ir ao luau nem ligar para o jantar “havaiano”, mas quiser ver algo bem interessante sobre cultura polinésia, o “Hā” é a minha dica número 1.

O PCC fica em Lai’e, perto do North Shore. É bem afastado do burburinho de Honolulu, e com exceção de quem se hospeda pelo North Shore ou no novo Marriott Courtyard em Lai’e, a viagem até lá fica em pelo menos 1 hora. Saindo de Waikiki, você dirigirá pelo menos 1 hora e meia. O show termina tarde, portanto não vá sem arranjar um transporte para voltar. Como o PCC é mantido pela comunidade mórmon, fecha aos domingos.

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PARADISE COVE

Minha nota: 9.5

Este é o luau que, sendo comercial, mais se assemelha ao conceito brasileiro de luau. A área do Paradise Cove fica na beira de uma praia linda do lado oeste de Oahu, ao lado do resort Four Seasons, no Ko ‘Olina (~1 hora de Waikiki). O luau é pé-na-areia, com ambientação cheia de tochas e flores. É o que eu recomendo para quem faz questão de que o luau seja na praia. Além da praia convidativa, o pôr-do-sol é dos mais lindos de Oahu.

Uma das atividades pré-show no Paradise Cove é um passeio de canoa havaiana tradicional por uma pequena baía, ao entardecer. O passeio é rapidíssimo, mas o visual do pôr do sol vale a viagem curta. Além desta atividade, você pode fazer tatuagens de henna, aprender a fazer colares de flores, tocar ukulele, jogar lanças ou apenas tirar fotos com pessoas vestidas no estilo polinésio. Numa das vezes que fui, era perto do Natal e a banda tocou no palco secundário músicas natalinas em ritmo havaiano e com dança hula, foi bem bonitinho. Os drinks são mais variados que nos demais luaus, e a comida parece um pouco melhor que a média. O grupo de dança polinésia é de excelente qualidade, e incorporam bem as diversas regiões do Pacífico em suas danças.

No Paradise Cove, cabem mais de 700 pessoas por luau, portanto está longe de ser um luau intimista. Mas, apesar de bastante comercial, esse é o luau onde eu costumo ver mais moradores locais misturados aos turistas, e todos meus amigos que moram no Havaí dizem preferi-lo. Também é meu luau preferido, quando quero mais é curtir o ambiente que a cultura polinésia em si.

Para quem está hospedado em Ko ‘Olina, o Paradise Cove fica a poucos minutos de caminhada. Para quem está em Waikiki, fica a ~1 hora de distância, vindo pela rodovia H-1 (se o trânsito colaborar) – o mapa que eles têm no site deles é bem explicadinho. Quem está no North Shore pode levar cerca de 40 minutos para chegar, vindo pela H-2 e pegando depois a H-1 sentido oeste. Quem compra a entrada do luau por um dos pacotes vendidos nos hotéis tem a opção de traslado até o Paradise Cove, que eu recomendo, porque assim você não se estressa com o trânsito. O ônibus do traslado sai entre 3:30 e 4pm de diversos hotéis em Waikiki.

(OBS.: Perdi todas as fotos do luau do Paradise Cove por um erro da ~máquina~ (entenda-se fotógrafa). Portanto, nenhuma das fotos que ilustra este post veio deste luau. )

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GERMAINE’S

Minha nota: 5.0

Dos luaus em Oahu, este é o que menos gosto. Mas por ser o mais barato (ou o que mais oferece promoções), em geral lota. E lota mesmo, já que o local tem capacidade para mais de 1000 pessoas sentadas, em mesões de madeira. Uma coisa interessante é que, para quem paga um pouco mais, há possibilidade de sentar no chão em esteiras, bem na frente do palco – e essa é a forma tradicional como os polinésios fazem as refeições (pontos para o cuidado com a cultura polinésia). Entretanto, tirando estas mesas “especiais”, a distribuição das mesas na chegada é bastante confusa, e pessoas que não se comunicam bem em inglês podem ter dificuldade em achar sua mesa rapidamente.

Os drinks também não são os melhores – o maitai era super-aguado -, e no dia em que fui o bar estava sempre lotado, com fila e poucos atendentes. A qualidade da comida também deixa a desejar, e a organização da fila do jantar me lembrou o bandejão da universidade. O espetáculo de dança não é tão bom quanto os demais e a banda é ok.

Também oferece uma série de atividades antes do show principal, mas achei tudo meio “largado”, entende?

A localização é outro problema a meu ver. O Germaine’s fica a 27 milhas de Waikiki, numa área mega-industrial de Oahu. Ao lado do espaço do luau, fica um porto de carga pesada (não é o porto de Honolulu que a gente vê perto do aeroporto, é outro). A praia em frente é ok, perto do Barbers Point Beach Park, mas há uma cerquinha impedindo as pessoas de andar nela. Porque se você andar um pouco para a esquerda na praia, verá um pouco da área degradada que ali existe – e ninguém quer mostrar isso ao turista, certo? O palco do luau também cobre bem a área industrial que fica logo atrás, portanto você pode aproveitar o luau inteiro sem nem perceber os arredores. (Acontece que eu moro aqui, e por conhecer a região não conseguia pensar em outra coisa enquanto estava no luau, infelizmente…)

Para chegar ao Germaine’s saindo de Waikiki, leva-se 45 minutos a 1 hora, e há um mapa no site deles. Mas recomendo optar pelo traslado, já que é uma região bem estranha.

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CHIEF’S LUAU

Minha nota: 7.0

É um luau comercial mais próximo de Waikiki, a cerca de meia hora de viagem. O local do luau é menor: ao lado do Sea Life Park, em Waimanalo (a entrada do luau é pelo Sea Life Park), numa área mais elevada, basicamente em um terreno gramado com mesas e cadeiras, e um galpão onde o jantar é servido. A vista do luau é linda: Rabbit Island está logo à frente, com aquelas cores maravilhosas do mar de Makapu’u. Atrás, as montanhas do Ko’olau, também estupendas de lindas. Em termos de paisagem dramática, esse é o luau mais interessante. Entretanto, não é pé-na-areia, e não tem pôr-do-sol no mar, porque o local do luau está do lado leste da ilha, e o sol se põe atrás das montanhas.

Em termos de ambientação do luau, tudo é muito simples. O palco é pequeno, as barraquinhas polinésias são modestas, as cadeiras são de plástico, e não há muito mais que isso. O Chief’s Luau tem uma sensação mais “caseira”, e essa sensação reflete o fato de que ele é gerenciado por uma família, e tem uma capacidade de lotação bem mais modesta que os demais – cerca de 400 pessoas. As comidas são ok, nada especial que você não verá nos demais luaus, e as bebidas são fracas. Não tem o famoso e tradicional ‘imu, já que eles não enterram o porco, mas cozinham sobre a terra, no chamado umu – uma tradição samoana, não havaiana. Com a entrada, você tem direito a um drink alcóolico gratuito e água ou fruit punch. E só.

Apesar de ser bem mais modesto, o fato de ser pequeno colabora com o espetáculo polinésio. O apresentador do show, Chief Sielu Avea, é sem dúvida a maior atração, já que ele faz um verdadeiro stand-up de cultura polinésia, inserindo muitas piadas. Enquanto os demais luaus se atém na representação fiel da cultura polinésia, o Chief’s Luau tenta o mesmo mas com uma pitada forte de humor. No final, acho que funciona, porque termina sendo um show “igual, mas diferente”.

Porém, várias das apresentações, brincadeiras e interpretações fazem alusões não à cultura havaiana, mas à cultura samoana. Porque as pessoas que fazem o show são na verdade descendentes de samoanas. Eles comentam en passant sobre a cultura havaiana, mas o forte mesmo (inclusive na hora de ensinar palavras do vocabulário “local”!) é o samoano. Não deixa de ser interessante… Mas me incomodou um pouco imaginar que alguns turistas sairão dali pensando que “talofa” é uma palavra havaiana, quando não é – no alfabeto havaiano nem existe a letra F!

(Confesso que também me incomodou o viés cristão. Porque, ao atender o turista no Havaí, não se pode assumir que todos ali presentes sejam cristãos. As ilhas são visitadas por turistas de todas as religiões e não-religiões, e assumir que todos vão adorar a mesma doutrina é meio ingenuidade demais – ou arrogância demais. No dia em que fui, vi algumas famílias muçulmanas e indianas um pouco incomodadas com o “rezar de mãos dadas para um deus cristão antes da refeição”. Acho que faltou um pouco de sensibilidade turística da parte dos administradores do luau.)

Mesmo assim, por não aspirar a ser um “grande luau” e ser um pouco mais aconchegante por conta do tamanho, o Chief’s Luau ainda é um bom luau. Não é o melhor, mas definitivamente ok, para quem nele se aventurar. Acontece apenas às segundas, quartas, sextas e domingos.

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LUAUS DE HOTÉIS

Minha nota: em média 8.0 (depende do hotel)

Esta categoria engloba todas as apresentações que os hotéis vendem como “luaus” em suas varandas, ou áreas próprias dentro dos hotéis para eventos e celebrações. Já fui em alguns, em Maui (o do Drums of the Pacific no Hyatt Regency) e na Big island (o do Kona Village Resort, hotel que fechou depois do tsunami de 2011 – contei desse luau neste post), e já vi de fora dois luaus de hotel aqui em Oahu, o do Waikiki Starlight Luaua do Hilton Hawaiian Village) e o Aha’aina Aha’aina do Royal Hawaiian Hotel (o “Pink Hotel”), ambos em Waikiki. Estes luaus têm uma característica em comum: por terem uma capacidade de lotação bem menor que os luaus comerciais, a comida e os drinks tendem a ser beeeem melhores.

Muitos têm shows elaborados, como o do Hilton, enquanto outros são mais modestos com o show, como o do Hyatt em Maui. Independente do nível do show, eles apresentarão algumas das danças típicas de algumas ilhas do Pacífico, e oferecerão oportunidade para interação com a platéia, como nos demais luaus. A maioria destes luaus de hotel é de frente pra praia e tem um pôr-do-sol bonito – que são dois pontos do ambiance de luaus que tendo a valorizar.

(Para quem tem intenções adicionais de paquera, um luau comercial estilo Paradise Cove ou Germaine’s também oferece melhores oportunidades, digamos assim. 😉 )

Os luaus de hotel costumam ser mais curtos, menos elaborados, e muitas vezes (bem) mais caros, mas também mais exclusivos. Se você não curte multidões e quer um luau mais intimista, talvez um luau de hotel seja uma boa escolha. Agora, se você quer uma experiência completa de luau, inclusive as pagações de mico engraçadas que viram boas histórias de viagem, sugiro ir a um comercial.


O ‘imu sendo aberto.

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Há outros luaus, principalmente nas demais ilhas. Mas, como ainda não fui neles, prefiro não escrever nada. Assim que os visitar, vou atualizando o post, ok?

Espero ter ajudado com este mini-guia. E… tudo de Havaí – e hula – sempre. 🙂

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Mas… e vocês, foram a algum luau quando vieram ao Havaí? O que acharam? 

  • gabi Henrique

    Oi lu! Fui no Ali Lual do PCC . Assim pela cultura, achei muito bom e como era meu aniversário até me chamaram pra dançar hula no palco. Mas achei a comida meio fraca. Podia ter sido um pouco mais elaborada. Afinal de contas a maioria dos turistas participam deste lual estão no PCC desde o início da tarde e pretendem ficar até o final do Show Breath of life. Como foi minha primeira vez no hawaii achei muito válido.Na próxima vou voltar no PCC mas pretendo ir em um lual no Hilton tendo a praia no fundo.

    • Oi gabi! Obrigada pelo depoimento! Eu tb achei a comida do PCC okzinha, nada especial. E, principalmente pelo fato que vc ressaltou, de que as pessoas normalmente estão lá desde cedo, eles podiam prestar mais atenção na comida… Acho que sua opção por hotel na próxima vez é ótima. 🙂

  • Claudia

    Olá, Lucia! Eu fui duas vezes em Maui, e nas duas fui em luau. Na primeira vez entubei uma apresentação de timeshare pra pagar 9 dólares pelo luau de 90, mas nunca mais faço isso na minha vida!! Muita aporrinhação, perdemos mais da metade do dia e o vendedor ainda foi grosso pq eu não quis comprar o maldito timeshare. Enfim… Fui com minha mãe num luau em Kaanapali, acho que foi o Royal Lahaina. A localização ótima, uma praia linda com um pôr do sol maravilhoso, e a comida era média, mas os drinks eram bons e abundantes! O show foi ótimo, teve interação com o público, muitos estilos de dança diferentes e bastante fogaréu no final! No ano passado voltei a Maui na minha lua de mel, e como meu marido nunca tinha ido a um luau, fomos no Old Lahaina que tinha ótimas revisões no trip advisor e no yelp. A comida realmente era melhor, os leis deslumbrantes de flores frescas (no outro eram de conchinhas), um pouco de fila para o bar, mas o atendimento e a organização de tudo foi de primeira e ainda deram um mini banana bread no final de brinde. Só o show que na nossa opinião deixa um pouco a desejar. Eles têm a proposta de serem mais autenticamente havaianos, e por isso não incluem danças polinésias, mas na minha opinião isso deixa o show mais devagar…. A praia também é bonitinha,mas a do Royal Lahaina é melhor. Resumindo: gostei mais do show do Royal Lahaina e mais da comida do Old Lahaina. Mas da próxima vez que for ao Hawaii (ainda falta conhecer Oahu e Big Island, e voltar a Kauai, pq Kauai merece), acho que já tive minha cota de luau!!

    • Puxa, Claudia! Excelente seu depoimento! Muito obrigada!!!

  • Jenifer Balotim

    Oi Lucia, boa tarde!
    Estive no Hawaii duas semanas atrás, e através da dica do seu site fui no Luau Paradise Cove e simplesmente AMEI.
    O lugar é maravilhoso, tem realmente um pôr do sol incrível, a recepção dos atendentes com drink, as interações até o luau começar é sensacional, também fiz o passeio de canoa, e o jantar é delicioso….enfim, valeu cada dólar investido. Fiquei muito feliz de estar naquele lugar e presenciar as danças, e tudo mais que o local oferece.
    Obrigada pela dica, beijos.

    • Olá Jenifer! Obrigada pelo feedback! Fico feliz que tenha curtido o Paradise Cove, aqui em Oahu, dentre os luaus “maiores”, é meu favorito também. Aloha!

      • Camila Donda Matielo

        compensa levar criancas pequenas no luau?

        • Acho que sim, tem atividades para elas, em geral.

  • Ana Arruda

    Oi Lúcia. Estive no Hawai em final de maio e início de junho e fui ao luau em Kauai, o da família Smith e amei. O lugar, embora longe da praia, é maravilhoso, com várias aves e flores exóticas, com um passeio de trenzinho dentro da propriedade. O jantar e as sobremesas, nem se fala. Só sei dizer que o meu regime e do meu marido foram para o brejo. Vale a pena e o preço, mais barato do que em Honolulu e Maui, onde, felizmente, não conseguimos reserva

    • Oi Ana! Muito obrigada pela dica! O luau do Smith é famoso, mas eu nunca fui, e por isso não coloquei aqui! Ótimo saber sua opinião sobre ele, ajuda o pessoal que busca aqui. Obrigada!!! 🙂

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