O Daniel Vilela esteve aqui pelo Hawaii em maio passado, com sua esposa Simone e a filha Clarinha. Combinou com uma viagem pela Califórnia, o que na minha opinião é a parada perfeita, dada a distância pra se chegar aqui vindo do Brasil. Antes dele começar sua viagem, trocamos alguns emails, dei algumas dicas, e dias atrás ele me respondeu de volta com um relato super-bacana de como foram as férias dele com a família. Posto abaixo o relato, com as fotos que ele enviou para dar um gostinho de como foi sua aventura por aqui (em itálico, meus pitacos). Fico muito lisonjeada e feliz que as dicas do blog ajudaram na montagem e aproveitamento da viagem. Obrigada pelo feedback, Daniel!  🙂

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Somente agora pude tirar o tempo necessário para relatar nossa fantástica viagem ao Hawaii e espero que possa atiçar a curiosidade daqueles que têm vontade de conhecer aquelas bandas! Fomos eu, a minha esposa Simone e a Clarinha com apenas 3 anos de idade. (Aproveitando: posso dizer com certeza absoluta que criança não deveria ser dificuldade ou desculpa para deixar de fazer um passeio deste tipo.)

Os bilhetes direto do Brasil para o Hawaii eram mais caros do que estava disposto a pagar, então acabamos quebrando nossa viagem na Califórnia, para onde voamos com a Copa Airlines via Panamá e depois fomos com a Alaska Airlines da California para o Hawaii. Essa observação muda para aqueles que têm milhas para usar, pois várias companhias não diferenciam uma viagem com milhas do Brasil aos EUA continental, de uma viagem até o Hawaii (e ainda abrem opção de stop over, o que acaba sendo uma ótima pedida).

Na ida, permanecemos dois dias em San Diego, onde pudemos conhecer a região central e comprar os apetrechos que usaríamos no Hawaii (equipamento de snorkel para mim, coletes salva-vidas para a Clara, etc). De lá voamos para Honolulu, na ilha de Oahu, e ficamos uma semana.

Na tranquilidade…

Na minha opinião, a cidade é muito bacana: combina toda organização e praticidade das cidades americanas típicas com um tipo de beleza que somente o Hawaii possui, como a praia de Waikiki já escancara para aqueles que chegam por lá.

Uma estrelinha-do-mar em Hanauma Bay. 🙂

Afastando-se de Honolulu, a natureza predomina – em locais como Hanauma Bay, crianças como a Clarinha podem brincar e nadar a vontade enquanto os adultos se deleitam com um snorkel de primeira linha.

(Eu mesmo vi algumas tartarugas bem parrudas na nossa visita!)

Pali Lookout, parada obrigatória para fotografia das montanhas no caminho pro North Shore.

Cruzando as montanhas se chega no lendário North Shore (em tempo: precisa alugar carro por lá para se aproveitar o melhor da ilha). Nós estivemos em maio, então as ondas gigantes não estavam dando o ar de sua graça (as ondas são grandes mais no período entre novembro e fevereiro). Para mim foi melhor: eu pude nadar com a Clara e praticar snorkel, o que seria impraticável na época das ondas gigantes.

Kelae, na ponta sul da Big Island.

Os totens tradicionais havaianos no Parque Histórico de Honaunau, na Big Island.

Para quem é igual a gente e gosta de conhecer culturas locais, existe no North Shore o Polynesian Cultural Center que mostra um pouco das várias culturas do Pacífico (para conhecer durante o dia) e possui um show espetacular no início da noite, mesclando com uma estória de um líder-guerreiro as danças e costumes das várias nações polinésias (a parte do show com os malabarismos com fogo é imperdível!).

Passeio de submarino por Honolulu.

Ainda em Oahu, para aqueles que não praticam snorkel ou mergulho, existe a opção de embarcar num passeio num submarino de verdade, o Atlantis Submarines! Nós fizemos isto de forma que a Simone e a Clarinha pudessem admirar as maravilhas do fundo do Pacífico! (A Clara teve que esticar os pezinhos para chegar na altura mínima de 91 cm, mas foi tudo tranquilo, he he he)

 

De Oahu, pegamos um vôo para Big Island, onde a natureza impera, seja sob (snorkel de primeira classe) ou sobre o mar (vulcões).

Nós visitamos o vulcão ativo Kilauea – quando fomos tinha bastante fumaça, mas não havia fluxo visível de lava dos pontos que se chega com o carro.

Cratera do Kilauea.

Com a Clara não seria possível embarcar no trekking de 8 horas para chegar até o fluxo, mas fui informado que mesmo este passeio não estava rendendo muito o que se ver durante os dias que eu estive por lá – as condições do fluxo de lava são em grande parte imprevisíveis e pode acontecer de se ter vistas fantásticas até mesmo da estrada ou não ser possível ver fluxo algum como aconteceu comigo.

Dirigindo pela Saddle Road, que corta a Big Island.


Passamos uma semana na Big Island, curtindo sol, mar e vulcões – de quebra, tínhamos um maravilhoso pôr-do-sol todos os dias da varanda do nosso apartamento em Kona (Kona Coast Resort para quem interessar possa, que confirmou as opiniões do TripAdvisor).

Voamos então da Big Island para São Francisco, na Califórnia. Uma das vantagens de fazer o vôo picado do Brasil para o Hawaii foi justamente poder voltar para São Francisco e pegar um carro para ir dirigindo até Los Angeles – o tempo de uma semana foi meio curto, mas queria fazer uma viagem aperitivo na região, de forma a conhecer os lugares e poder escolher melhor onde voltar numa oportunidade futura.

Conhecemos o básico de São Francisco, Napa (com suas maravilhosas vinícolas), a belíssima Carmel e a famosa estrada CA1 que vai beirando a costa do Big Sur entre São Francisco e Los Angeles.

O famoso bonde de São Francisco.

Em LA, ficamos somente dois dias, o que foi suficiente somente para conhecer os lugares estilo turistão (Hollywood Boulevard e Beverly Hills) que queríamos conhecer de toda forma. De lá, tomamos o vôo para regressar ao Brasil…

Na Calçada da Fama, uma fofa estrelinha! 🙂

Finalmente, gostaria de lembrar que existem na internet vários sites que ajudam a compartilhar informações úteis aos viajantes para destinos como o Hawaii. Neste caso, em especial o blog “Uma Malla pelo Mundo” da Lucia Malla foi fonte de informação constante sobre o Hawaii desde o início do planejamento desta viagem, e a própria Lucia que sempre se mostrou extremamente solícita para compartilhar suas opiniões conosco quando entramos em contato.

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Mais uma vez, obrigada, Daniel, pelas palavras gentis e pelo feedback super-delicioso! 

Aloha!

  • Mari, venha mesmo!!!!! :))))

  • Adorei! Tudo o que eu queria! E não tem como não compartilhar!
    Eu tb irei te visitar assim: com paradinha na Califórnia e duas pimpolhas à tiracolo! 🙂
    Bjs

  • Sut-Mie, com crianças principalmente, acho fundamental a parada na California (ou em outro ponto dos EUA). Essa viagem de uma tacada só, Brasil-Havaí, não é bolinho nem pra adulto… Fora o fuso, que quando vc chega aqui, se vier direto, são 7-8hs de diferença do Brasil (dependendo do horário de verão), seu organismo fica completamente pirado. :/

  • Que delícia de relato, assim com fotos e tudo! Pois é assim mesmo que eu pretendo te visitar: com uma paradinha básica na Califórnia 😉

  • Daniel Vilela

    Somos nós quem devemos agradecer por um blog tão completo e informativo quanto o seu Lucia! Espero que o meu relato ajude outros viajantes em situação parecida e que você continue o excelente trabalho por aqui!!

  • Daniel, mais uma vez obrigada pela participação e pelo apoio e palavras gentis com esta blogueira. Com certeza sua dica ajudará, principalmente aos que estão receosos em viajar com criança pra cá… 🙂

  • Que gostosura!
    Eu quero ir também!!!!!!!

  • Aaaaa!!! Venha mesmo, Carmem! 🙂

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