Este post faz parte da blogagem coletiva que começou a ser coordenada semanas atrás, numa conversa pelo twitter entre a Cláudia, a Natalie, a Carina, a Patricia, a Carmem e a Marcie, quando surgiu a idéia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e dedidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim, a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva for fun.

E eu, como adoro uma lista de farra, não podia ficar de fora, né?

Então aí vão minhas respostas.

1) Cidades para onde não pretendo voltar

Sendo extremamente pragmática, inclui praticamente todas que eu já conheço do planeta. Por um motivo simples: eu sofro da síndrome do “eu-nunca-fui-quero-conhecer-pelo-menos-uma-vez-na-vida”, que é esta ansiedade enorme de desbravar os milhões de recantos e esquinas do nosso planetinha azul (em terra e mar, o que é pior). Pra amenizar um pouco essa ânsia, só viajando sempre pra um lugar onde nunca fui antes. Portanto, no geral, um destino vai me interessar se eu nunca fui nele, a priori.

Mas é claro, tem aquelas cidades pra onde eu realmente não penso em voltar mesmo. Dentro dessa lista, duas se destacam:

Caxambu: eu adoro Minas Gerais, de paixão. Morei por 5 anos na Zona da Mata mineira, e curti cada segundo que lá vivi. Entretanto, fui pelo menos 5 vezes a Caxambu – sempre a trabalho, nos inúmeros congressos de genética e bioquímica que aconteciam por lá (felizmente as Sociedades Brasileiras de ambas as disciplinas acordaram pra realidade resolveram compartilhar os congressos com outras cidades brasileiras – e os cientistas agradecem até hoje!). Da primeira vez que fui, animada com a novidade, fiquei um dia a mais para curtir a cidade. Curtir o quê mesmo? Porque em todas as vezes que por lá passei, fui mal recebida em hotéis e restaurantes. Atendimento péssimo – e olha que minha flexibilidade e paciência são históricas. E por causa disso, não penso em voltar lá. Nem de passagem – se estiver de passagem, prefiro viajar mais um cadiquim de nada e parar em Cambuquira ou São Lourenço, que são pertinho e bem mais interessantes.

Muralha: vista.

Beijing: Imagino que em algum momento da minha vida terei que voltar lá, provavelmente a trabalho ou em conexão, mas não será por escolha pessoal. Veja bem, eu adorei a China. Mesmo. Mas, ao mesmo tempo que adorei conhecer, percebi que ali, uma vez só já me bastava. A Muralha é linda, a Praça da Paz Celestial é monumental, a Cidade Proibida mais monumental ainda. Mas tá visto. Se tiver que voltar a China, prefiro ir para Hainan Island ou encarar logo uma viagem até o Tibet. Ou voltar a Hong Kong, que é muito legal.

 

2) Cidades onde eu voltaria sempre

Apesar da síndrome citada acima, há diversos – e põe diversos nisso! – lugares do mundo que eu simplesmente amo de paixão e para os quais voltaria a qualquer momento, se oportunidade tivesse. Entretanto, há 3 cidades (excluindo a que moro, muito adorada e pra onde já voltei) que eu voltaria sempre que possível, por diferentes razões. São elas:

Convento da Penha em Vila Velha.

Vila Velha (ES): porque é a minha cidade, onde fica a minha praia, onde estão as minhas raízes. Há uma conexão emocional muito mais forte com o local que a torna infinita em minha memória. E sempre passível de revisita. Cheia de nostalgia, mas ainda assim, revisita.

Berlim: é a cidade mais incrível da Europa, em minha opinião. Também cheia de laços afetivos comigo, pois morei ali do lado, em Potsdam, por um período da minha juventude. Berlim é onde há espaço para todo tipo de personalidade. Onde se respira dicotomia – e se aprende ao vivo e a cores a lidar com esta dualidade, digerindo cada faceta com um molho diferente. Cidade non-stop, cheia de vida e animação. E único lugar do mundo onde se vende Berliner Weisse Bier, a melhor cerveja do planeta.

Nova Iorque: precisa explicar? A capital do mundo é simplesmente a cidade número 1 da minha lista de visitas sempre! Sabe a síndrome que contei lá em cima? Pois em NY ela se revigora a cada segundo de maneira mais intensa ainda, e em vez de ânsia, essa eterna corrida maluca vira uma diversão e tanto. Porque em cada esquina de NY acontece algo unbelievable a todo momento. E é sempre algo que vai te fazer pensar, rir, pirar, interagir, reagir ou amar. I <3 NY.

E eu passo a bola da pergunta para os demais amigos: que cidades vocês voltariam e quais cidades não valem a volta?

O pessoal viajante dos blogs aí abaixo se comprometeu a responder também:

Abrindo o bico

Agora vai

Aprendiz de viajante

Área de jogos da Adri

Básico e necessário

Bigtrip

Boa viagem!!

Caderninho da Tia Helô

CarlinhaZ

Carpe diem

Colagem

Croissant-land

De uns tempos pra cá

De volta outra vez

Dicas e roteiros de viagens

Dondeando por aí

Dri Everywhere

Flashes de viagem

Guardando memórias

JR viajando

Lady Rasta

Lena

Filigrana

Liliane Ferrari

Mala de rodinha e nécessaire

Mariana Merel

MauOscar

MiKix

Nhatinha

O descobrimento da América+

Olhando o mundo

O que eu fiz nas férias

Pela estrada afora

Pelo mundo

Psiulândia

Rezinha por aí

Rosmarino e outros temperos

Sambalelê

Senzatia

Sundaycooks – cozinheiros de 1a viagem (Natalie)

Sundaycooks – cozinheiros de 1a viagem (Fred)

@SylviaTravel

Turomaquia

Uno en cada lugar

Viagem e viagens

Viagem pelo mundo

Viaggiando

Viajar e pensar

Vida de turista

VnV do super-Riq