Estou tendo muita relutância para abordar esse assunto pra mim tão necessário, por ser também de uma delicadeza extrema. Pelos diferentes comentários que ouço por aí, a impressão que tenho é de que a maioria das pessoas não está nem aí pra situação dos tubarões no mundo de hoje. A maioria responde assim: “Ah, tanta gente morrendo de fome/ doente/ precisando de ajuda!” Sim, concordo, e é pra isso que existem instituições governamentais (ou não) de ajuda a essas pessoas, e outras tantas pessoas engajadas nessas lutas. Mas eu prefiro atacar um problema que entendo um pouquinho, que está relacionado mais a minha paixão pelo mar, pela biologia, e mesmo que seja mais por paixão do que razão. É uma escolha pessoal – e mais pessoal ainda quando você encontra pela vida um companheiro ideal que sente o mesmo ímpeto de defesa da causa que você. Além de tudo isso, ressalto que não dá pra uma pessoa sozinha resolver todos os problemas do mundo, e se cada um se engajar numa luta (mesmo pequena) que seja por algum dos zilhões de problemas que nós temos no mundo atual, no final das contas, vários problemas estarão sendo resolvidos, de pouquinho em pouquinho, né? Cada um faz a sua parte. Michael Moore que o diga.

E foi com essa mentalidade que eu entrei de cabeça na defesa dos tubarões, esses animais que injustamente as pessoas têm mais medo do que compreensão do seu ecossistema, comportamento e biologia. O tubarão é um mito. As pessoas querem salvar o panda, os tigres, a onça pintada, e mais uma lista enorme de bichos. Mas quando citamos os tubarões… “Ah! Mas eles são predadores, matam pessoas!” Então, vá você invadir o território de um tigre ou onça pintada pra ver o que acontece com o seu corpinho querido. É o mesmo raciocínio. E principalmente, no caso dos tigres você vai lá onde eles estão, conta e vê que a população está diminuindo. O tubarão, por viver na água (esse ambiente etéreo, esse lugar que a maioria das pessoas não frequenta), não é visto dessa forma: afinal, no mar, a sensação é de que o estoque de animais é infinito. Pois não é.

Mas na Ásia, a situação piora e complica. Aqui, o tubarão não é visto só como predador: ele é visto como comida, e da melhor qualidade. Levando-se em consideração que a Ásia é o continente mais (super-)populoso do planeta, a pressão exercida sobre as populações de tubarões é simplesmente gigantesca. É claro, tem também a pressão econômica: comércio de barbatanas dá dinheiro – e não é ilegal, pelo menos na maioria dos casos. Mas por não ser ilegal, não significa que a legalidade dessa ação esteja completamente de acordo com o bom-senso, né?

E morando aqui na Coréia do Sul, sendo bióloga (molecular, mas isso é mero detalhe), mergulhadora, e tendo visitado as diferentes Chinas, achei que seria interessante colocar aqui essas fotos do que eu sugiro (do ponto-de-vista mais pessoal possível, entenda-se!) que seja o “CICLO DE MORTE DE UM TUBARÃO NA ÁSIA”. Nem que seja para uma limpeza de consciência minha, do tipo “estou fazendo um pouquinho pela causa em português”. Veja só:

1) O tubarão está no mar, totalmente na dele, e é pescado. Aqui, a forma como ele é pescado não interessa: ele pode vir no meio de uma rede de arrasto de outros peixes, ou pescado exclusivamente (pesca intencional). Normalmente, não é permitido pescar tubarões intencionalmente, mas a brecha da legislação para a pesca é o que chamamos de “bycatch”, ou pesca casual, um problema ainda sem solução plausível. Infelizmente, as redes e artefatos pesqueiros ainda não tem uma tecnologia adequada o suficiente para deixar passar tubarões ou salvá-los, e eles terminam sendo pescados junto a outros peixes. A maioria dos países (inclua-se aqui o Brasil) têm leis permitindo que uma pequena porcentagem de bycatch seja trazida do mar para uso humano – mais um entrave burocrático a que a sobrevivência dos tubarões está sujeita.

2) Os tubarões são desembarcados em um porto – no caso da foto, porto de Suao, na costa leste de Taiwan, um dos maiores portos de “casuais” descarregamentos de “pesca exótica” da Ásia, e entenda-se por “pesca exótica” animais como tubarão-baleia (espécie ameaçada de extinção!), tubarões thresher (de profundidade), cetáceos em geral (baleias, golfinhos, etc. que estão também nas listas de “ameaçados de extinção”) e, claro, as demais espécies de tubarão.

Ao chegarem em Suao, os tubarões são enfileirados no porto, processados, e/ou enviados para comércio. Reparem no detalhe de que os tubarões da foto já estão TODOS sem as barbatanas, pois estas são retiradas em geral ainda nos navios de pesca, em alto-mar. A barbatana é o subproduto mais valioso de um tubarão na Ásia.

3) Os tubarões são processados ainda no porto. Alguns (em geral os de menor “valor”) ficam por lá mesmo, sendo vendidos no comércio local, como esses filhotes nessa bacia no mercado do porto de Suao.

Acima, a pessoa está processando carne de tubarão-baleia, uma espécie que lidera a lista de extinção no mundo dos tubarões, um bicho que chega a medir 18m de comprimento e vive em lugares rasos. O tubarão-baleia é conhecido pelos taiwaneses como “tofu shark” por causa da aparência de sua carne branquinha com o tofu feito de soja. Devido ao valor econômico dessa carne, é muito provável que a mesma seja exportada ou enviada para outros locais da Ásia, pouco ficando no comércio local. Mas note que a pessoa tem várias caixas de plástico (todas cheias de carne) para processar ainda!

4) Os tubarões são encaixotados para envio ao comércio de outros locais da China e do mundo. Pra ser sincera, essa foto do tubarão encaixotado nós fizemos em série, são inúmeras, e tinha sangue em volta ainda, um verdadeiro cirquinho de horror. Eu acho das mais chocantes, me assusta e dói fundo olhar pra isso, porque parece que o bicho ainda está vivo, implorando pra viver. Mas não está mais. Ao vivo, a situação foi me dando uma revolta enorme, eu fui ficando de mau humor e com vontade de explodir aquele porto e dar outro emprego decente pra toda aquela população que vive desse comércio. Porque não dá pra punir e não dar alternativas as pessoas que vivem disso, né?

Acima, a mandíbula de um tubarão à venda como artefato de decoração numa loja em Hong Kong, a cidade por onde uma boa fatia dos tubarões assassinados do mundo vai parar.

5) As preciosas barbatanas, depois de devidamente secas e processadas, são vendidas em lojas de produtos naturais espalhadas pela Ásia e demais locais do mundo. A loja da foto fica na Dihua Street, rua tradicional de Taipei onde uma grande feira de produtos naturais se estabelece diariamente. Mas toda cidade da Ásia tem a sua análoga à “Dihua st.”: em Hong Kong chama-se Des Voeux St., por exemplo. Abaixo, a foto da sopa de barbatana no menu de um restaurante chiquérrimo em Hong Kong. A sopa custa cerca de 100 dólares, mas os preços variam de acordo com a quantidade de barbatana na mesma, é claro.

A problemática da sopa é muito mais complexa do que meramente alimentar-nutritiva. Aliás, até hoje, NADA foi mostrado pela ciência de que a barbatana tenha de especial, embora muitas pessoas tradicionais continuem acreditando no poder afrodisíaco TEÓRICO dela. Muito mais que isso, a sopa de barbatana representa status, e é fácil ser encontrada em qualquer jantar de negócios como demonstração de poder, de dinheiro, e como indicativo de bons acordos. É servida em casamentos, também como forma de dizer “será um casamento feliz” – e imagine quantos casamentos se realizam diariamente só na China! E qualquer restaurante que se preze, que quer ter um título de qualidade num Frommer’s da vida, servirá a sopa de barbatana. Portanto, a pressão para que o comércio de barbatanas continue é infinitamente maior que a pressão para salvá-lo. E como a oferta de barbatanas ultimamente tem aumentado – a pesca predatória aumentou muito – os preços da sopa têm caído (!!), tornando a situação mais caótica ainda: um produto que antes era ligado aos mais abonados, ao alcance de toda uma população de chineses, sedentos de mostrarem que têm dinheiro para tal iguaria. Algo como se de repente todos os brasileiros pudessem comer caviar todos os dias.

Mas… por que mesmo salvar os tubarões, hem? O que de tão importante eles têm ou representam para que mereçam ser salvos? Qual a diferença entre salvar um tubarão e um atum, por exemplo, que também é um peixe grande, caçado e altamente comercializado?

Antes de mais nada, é preciso entender que o tubarão está para o ecossistema marinho assim como o tigre, a onça e o leão estão para o ecossistema terrestre: eles são o topo da cadeia alimentar, ou o centro da teia alimentar, o último predador. O que mais acumula nutrientes e detritos dos demais abaixo deles. E se eles desaparecem, é provável que a estrutura seja afetada de forma irreversível, entre num caos sem volta. E se o ecossistema marinho colapsar, amigos, eu não quero estar aqui pra ver isso… Se pequenas modificações como esbranquiçamento de corais levam a verdadeiros desertos subaquáticos (quem mergulha pelo Pacífico sabe que essa é uma dura realidade) que levam à depletação completa de recifes inteiros, seus animais desaparecem – impactando as comunidades pesqueiras da região, ou seja em última análise, o homem local – imagine uma situação hipotética em que uma boa parte dos oceanos fosse depletada de recursos marinhos! É o colapso da atividade pesqueira, da sobrevivência de muita gente, de economias de países inteiros. Sei que vai soar estranho, mas eu acho muito mais vantajoso e inteligente manter o tubarão vivo e continuar pescando o atum (que não é sempre o topo da cadeida alimentar), do que pescar os dois, sendo um deles um animal que está sempre no topo da cadeia alimnetar. Por mais catastrófico que esse parágrafo inteiro soe – vai ter sempre alguém que vai dizer “Você está exagerando, não?” – eu prefiro imaginar o pior e lutar para que ele não aconteça, do que achar que a situação está sob controle (não está!), cruzar os braços, e esperar tudo chegar numa condição insustentável e IRREVERSÍVEL.

Sempre detestei o ecoxiismo do Greenpeace, pois achava que a política deles muitas vezes era “defender a natureza por defender”, sem pensar muito nas pessoas envolvidas no processo, e na complexidade das situações diversas por onde eles se metiam. E por usar ações exibicionistas para resolver problemas que muitas vezes com diálogos e diplomacia seriam mais bem resolvidos. Entretanto, não encaro a luta pela sobrevivência dos tubarões um ecoxiismo à la Greenpeace. Considero uma necessidade urgente para sobrevivência da nossa espécie, se quisermos ganhar a tão mal-interpretada “luta pela sobrevivência” de Darwin. Se não quisermos ver mais gente passando fome e morrendo de doenças do subdesenvolvimento. Sendo nós, humanos, dotados de razão e inteligência, os maiores (talvez os únicos) predadores do maior predador marinho, nós é que precisamos mudar de atitude e deixar os tubarões em paz no mundo deles. Porque eu quero que os seus e os meus filhos, netos, e demais gerações futuras sintam o prazer que eu tenho ao ver isso aí embaixo.

Tudo de bom sempre pros tubarões do mundo.

**************************

Não é viagem na maionese, mas vale viajar…

– Eu recomendo uma visita carinhosa e detalhada ao site da WildAid. É uma ONG que luta de forma muito mais eficiente que o Greenpeace e demais pelos problemas de conservação da natureza no mundo. Uma das campanhas deles, é claro, é de conscientização sobre a caça e comércio de tubarões. Leiam se possível os relatórios do site. Vocês perceberão que atualmente a América do Sul (Brasil, incluído) é um dos maiores fornecedores de barbatanas do mundo. Portanto, o problema não está tão distante de nós como muitos podem pensar.

– Fomos a China por uma semana em fevereiro para passear e conhecer esse país tão fascinante, viagem que foi postada aos pouquinhos aqui no meu blog de viagens. Mas também fomos para ver alguns problemas mais de perto, e principalmente ver a situação dos tubarões por lá. Queríamos sair daquele beco: “Você defende, mas nunca esteve lá, nunca viu o que é o comércio de barbatanas, a quantidade de pessoas que dependem desse comércio para viver.” Pois fomos, e vimos sim. E isso não diminuiu a vontade de defender mais ainda, pelo contrário, só aumentou. Porque como dizia minha sábia avó: só não existe solução na vida pra morte! Pra todo o resto há solução.

– No aeroporto em Taipei, quando estava de saída indo para Hong Kong, fui abordada por uma mocinha do órgão de turismo com um questionário enorme sobre “aspectos da minha estadia em Taiwan”. Perguntas convencionais: onde você se hospedou, quais atrações visitou, o que mais gostou, etc. Ao final, ela disse que havia um espaço para um recado a ser deixado no questionário. Não pensei duas vezes e disse: “Stop killing the sharks.” E a mocinha, com cara de espantada com a resposta mais que inesperada: “Oh, do we kill many sharks?” E eu respondi: “A lot!” Pelo menos, deixei o meu recado.

– Reparem que eu não citei em momento algum o Japão, o país asiático com maior poder aquisitivo, onde as pessoas têm em tese mais dinheiro para frivolidades culinárias que dão status… Reflitam sobre isso.

– A maior parte dos lugares (certos) em que fomos para ver tubarões no comércio foi dica do Victor Wu, um dos colaboradores do WildAid, biólogo marinho malaio e ambientalista de categoria, amigo de faculdade do André. Obrigada, Victor, pelas dicas certas.

– Mais fotos de tubarões aqui.

  • Lucia Malla

    Comentários deste post quando o blog ainda estava hospedado no blogspot:
    “Oi Lúcia. Gostei muito do post. Tenho uma amiga de faculdade que estuda tubarões, vou indicar seu site para ela. Ela fez mestrado com recurso pesqueiro, com ênfase na pesca de tubarões, numa praia aqui em Niterói (Itaipu o nome da praia).
    Com certeza ela vai amar saber que tem gente do outro lado do mundo preocupada com isso também.
    Minha experiência com tubarões resumi-se a dois encontros: uma vez na Ilha Grande, quando eu estava na praia, nadando ali no rasinho mesmo. E outra em Dry Tortugas, uma ilha lindíssima na Florida, perto de Key West. Confesso que ao vê-los lembrei logo da musiquinha do filme, mas deipois relaxei e aproveitei muito a companhia.
    Beijos!
    Alline | Homepage | 03.01.05 – 10:30 pm | #
    ***********
    Oi Lucia..minha amiga nao mais secreta e que tem o blog mais informativo da rede!!
    Eu gostei muito desse post e me indetifiquei muito. Concordo com vc qdo disse “Sim, concordo, e é pra isso que existem instituições governamentais (ou não) de ajuda a essas pessoas, e outras tantas pessoas engajadas nessas lutas”, “e se cada um se engajar numa luta (mesmo pequena) que seja por algum dos zilhões de problemas que nós temos no mundo atual, no final das contas, vários problemas estarão sendo resolvidos, de pouquinho em pouquinho, né? ”
    Sempre quis ajudar de uma maneira diferente o meio ambiente, principalmente a fauna..se eu puder fazer alguma coisa mesmo que seja atraves do meu blog, estarei a disposiçao.bjs
    bjs
    Aline | Homepage | 03.01.05 – 10:36 pm | #
    ***********
    a culpa é do SPIELBERG, vai dizer?
    ;>)
    Biajoni | Homepage | 03.02.05 – 3:17 am | #
    ***********
    Um dos mergulhos mais legais que fiz com com tubarões, lá em Apo Island, da foto do post anterior. Amei. Não tive medo nenhum. Mas como tantas espécies, não está sendo respeitado. Acho que o homem não respeita nada mesmo. Não sei se tem sauvação. Continue lutando!!!!
    Lili | Homepage | 03.02.05 – 11:54 am | #
    ***********
    Alline e Lili, vcs q fazem parte do pequeno grupo de humanos que já “esbarraram” num tubarão por aí, parabéns! É de pessoas com essa coragem, ousadia e gosto pelo desconhecido que o mundo precisa, pra lutar por causas como essa, q parecem sem solução. Parabéns as duas!
    Bia, a culpa é do Spielberg, viu… mas ele já pediu desculpas na década de 90, depois de muita matança.
    Aline, valeu pela disposição. Pode deixar q eu vou te pentelhar com isso!
    Bjs!
    Lucia Malla | Homepage | 03.02.05 – 9:02 pm | #
    ***********
    Ai, Lucia, amei, mais uma vez, esse post! genial! concordo com você… tem criancinhas morrendo de fome, mas tem um mundão de questões que merecem atenção, também e admiro muito quem entende isso e encontra o seu papel social, que seja entre os tubarões, as borboletas, as mulhgeres, os alimentos geneticamente modificados, marte, lua… seja o que for… cada um tem seu papel…
    BEIJOCAS!
    Denise Arcoverde | Homepage | 03.03.05 – 2:53 am | #
    ***********
    Eu não tenho medo de tubarões. Tenho medo é de mosquitos da dengue e West Nile virus! Bactérias devastadoras e outros seres mínimos que atacam sem nos dar chance de fuga. Eu concordo com a Lúcia, deixa o tubarão na dele, e se estiver com medo, vai numa praia que eles não freqüentem. Quanto à pesca, não há dúvida que é preciso regulá-la a fim de manter o equilíbrio do ecossistema. Qualquer oposição a isso só pode ser regida por ignorância ou greed.
    Meu encontro mais próximo com tubarões (tirando os de aquários americanos) foi em Fernando de Noronha. Era um filhote, eu acho, na praia de Atalaia. Nadei pertinho, olhei no olho dele, tirei foto. Um babaca pegou-o pelo rabo e o bicho reagiu, claro, tirando um naquinho do pneu dele.
    Leila | Homepage | 03.03.05 – 6:47 am | #
    ***********
    Maravilhoso o post, Lúcia. Acho que a conclusão é que a racionalidade e a inteligência do ser humano são mesmo muito limitadas. Não conseguimos pegar uma laranja do pé sem derrubar a árvore…
    guto | Homepage | 03.03.05 – 10:15 am | #
    ***********
    Malla Diplomática,
    Tá um pouquinho difícil de ler os textos, fica sempre faltando letras no início de cada frase…será que o problema é a geringonça aqui?
    Depois volto p/ comentar. Aliás, vou ali dar uma lidazinha nisso e naquilo p/ defender o Greenpeace (p/ quem eu já trabalhei, hehehe…) e já volto.
    Bjs,
    Guilherme | Homepage | 03.03.05 – 5:21 pm | #
    ***********
    Denise, cada um faz seu papel mesmo. Eu admiro o seu trabalho, por exemplo, e eh de pessoas fazendo bem a sua parte (como vc) q o mundo precisa mesmo!
    Leila, com certeza os menores seres sao os mais perigosos, e eu tenho milhoes de vezes mais medo deles do q de qualquer animal grande… e esse babaca de FN… sem comentarios… tem gente q procura sarna pra se cocar!
    Guto, somos limitados, sim. Uma pena, mas somos.
    Gui, eu nao vejo esse problema q vc veh na sua tela… serah q outros veem? Pessoal, se alguem tem o mesmo problema pra ler meu blog q o Gui, por favor, deh um toque!!!
    Nao sabia q vc havia trabalhado pro Greenpeace! Precisamos trocar umas figurinhas entao…
    Bjs!
    Lucia Malla | Homepage | 03.04.05 – 3:10 pm | #
    ***********
    Olá, Lúcia. Irrepreenssível o post. Perfeito. Gostaría de convidá-la a conhecer nossa pequena comunidade, http://www.associacaodesafio.com.br, e se possível republicar lá esse artigo na íntegra.
    Será um prazer tê-la conosco.
    Abraço,
    andrei.
    Andrei Punt el | Homepage | 07.22.05 – 6:55 am | #
    ***********
    Ai Lucia, tadinhos dos tubaroes. Eu sempre adorei eles e sao mesmo incompreendidos. Lindo post. Nota 10 pra vc e o maridao- danados voces. Sao alguns poucos como voces que fazem algo pelos bichos nesse mundo injusto.
    Andrea N. | Homepage | 03.08.07 – 6:42 am | # ”

  • Gabriela Targa Siqueira

    Ola,
    Bom estou aqui para elogia-la pelo comentario q fez a defesa dos tubaroes, bom n sou biologa, muito menos entendo algo cientificamente falando, mais eu sou uma amante dos tubaroes, e qdo falo c alguem sobre eles, logo vem a resposta ignorante, “pq eles n são extintos d uma vez? Só servem pra matar pessoas inocentes” Porem ninguem ve q poucas pessoas sã feridas ou mortas por tubaroes se comparar qtos tubaroes morrem na mao d pessoas, principalmente aqueles q os pescam, tiram sua barbatanas e os jogam ainda vivos ao mar, para morrerem agonizando.
    Eu acho ridiculo essa historia q barbatanas são afrodiziacas, porem tantas ervas tem o msm efeito, e pq matar um animal tão fabuloso para apenas aproveitar 3% de seu corpo.
    Obs: Se falei besteiras aqui vai o pedido d desculpas, mais se estou certa peço para q continuem c esse trabalho, para q assim possamos salvar os tubaroes..
    Abraços da amiga Gabi…

  • Andressa silva de lima

    nossa que legal ver tubarões eu tenho tamta dó quando o homem mata ele COITADO
    🙁

  • ALAN JONE

    muito bom , legal, precisaria somente apresentar um pouco mais de fotos dos tubarões.

  • Ana Oliveira

    Não me interessa fazer esta sopa de barbatana de tubarão, procurei saber como faz porque aqui em Recife tem um restaurante que faz, vi no cardápio e custa R$ 420,00, so e feita por encomenta. Não concordo com estes massacres.

  • carmen

    Um ser que me fascina, temido pelo homen mas não respeitado por seu limite.

  • KETTY

    O QUE ACONTECE SE OS TUBARÕES PARAREM DE NADAR?? EU QUERIA SABER!!!
    OBRIGADA !!!

  • daniel

    gente que horrível eu tenho medo de tubarão por isso que a espécie estámuito ameaçada

  • ROBERTO F.FREIRE

    QUE O NOSSO DEUS FACA A SUA JUSTISA , NA VIDA DE CADA UM DE NÓS.
    QUEM MATA TUBAROES NÃO TEM AMOR A VIDA,E ESTES NÃO SABEM, NEN O QUE É VIDA.

  • ROBERTO F.FREIRE

    E LENBRE-SE,DEUS É AMOR MAS TAMBEM É JUSTISA.

  • Gabriel Bitencourt

    Estava procurando imagens e textos sobre o assunto para colocar no meu blog, É sempre bom achar pessoas com o mesmo propósito, com o mesmo ideal.
    Parabéns pelo blog!
    Bjs

  • Matheus

    Olá
    Sou o Matheus e estou fazendo uma pesquisa e queria q vc me desse uma entrevista.

  • MOARA

    MINHAS FILHAS ESTÃO CHOCADAS COM TUDO ISSO PRINCIPALMENTE A MAIS NOVA TAMBÉM AMEI ESSAS FOTOS!!!!